Eras de Ouro na Terra
Elas já aconteceram um dia?
Voltarão a acontecer?
 
 
 
Eras de ouro. O que significa esse termo? 
 

Uma “era” é um longo período de tempo, e quando se diz “era de ouro”, o que significa isso? Que havia ouro em abundância? Que estamos falando de algo precioso, um tempo de glória e exuberância? 

 

Eras de Ouro na Terra. Quando? Se você olhar a história da humanidade em busca de um tempo em que a humanidade alcançou grande desenvolvimento em todas as áreas, o que você encontra? Talvez a Grécia antiga? E antes, talvez os melhores tempos da Atlântida? 

 

Uma “era de ouro” é uma época em que os ideais mais elevados da humanidade são manifestados. Quando isso poderia ter acontecido? E é algo que poderá acontecer no futuro?

 

A humanidade sempre sonhou com um mundo ideal. E esse sonho continua em mim e em você. Será possível que um dia a humanidade consiga viver com justiça, paz e fraternidade? 

 

As utopias acompanham a história da humanidade. Sonhos de um lugar ideal para se viver. Ou algo ideal que imaginamos ser possível de ser construído no futuro. Platão, Plutarco, Thomas More, Tommase Campanella, Francis Bacon e muitos outros escreveram sobre reinos, cidades e sociedades utópicas. Vários teósofos e também Mark e Elizabeth Prophet falaram sobre isso. Sangri-la continua sendo o paraíso que permanece no imaginário de todos. E alguns autores falam de povos muito evoluídos espiritualmente que vivem no centro da Terra. Outros contam como é a vida em mundos distantes. E São João descreve em Apocalipse 21 a nova Terra e a Cidade Santa. 

 

O que são as eras de ouro?

 

Uma “era de ouro” é uma época em que os ideais mais elevados da humanidade são manifestados. Durante um período de tempo, algumas civilizações do passado expressaram paz, iluminação e grande desenvolvimento espiritual. Mas foram tempos passageiros.

 

Como se sabe que essas eras de ouro existiram? A maior parte dos registros das eras de ouro do passado não estão disponíveis para a arqueologia moderna, ou porque esses registros foram destruídos nos diversos cataclismos que aconteceram na Terra ou porque estão localizados numa profundidade muito grande do mar ou da terra. Perdemos também a maior parte dos registros culturais, que ficaram registrados apenas no inconsciente da humanidade, no akasha e nos retiros da Grande Fraternidade Branca, existentes no plano etéreo da Terra. Mas há muitos investigadores do akasha que se dedicam a estudar esse assunto.  

 

Ao longo das eras, a vida da humanidade mudou muito, em todos os aspectos. Então, as eras de ouro foram diferentes umas das outras e suas expressões culturais eram realmente muito diversas. O que realmente foi comum em todas as eras de ouro do passado foi o alto desenvolvimento espiritual da civilização. Isso gerou, como consequência, belas cidades, músicas de alto padrão, estruturas sociais justas, paz, prosperidade, progresso, expressões artísticas magníficas, avanços científicos e tecnológicos maiores do que temos hoje. Em cada era de ouro, uma ou outra dessas características realçou em relação às outras. Vou mencionar algumas das características que predominaram em boa parte dessas eras de ouro, lembrando apenas que elas foram muito diferentes umas das outras. 

 

Como era a vida durante as eras de ouro?

 

A sociedade se organizava  a partir de uma hierarquia espiritual. O governante era a pessoa de maior sabedoria e elevação espiritual de um povo, aquele que representava o ideal espiritual que todos almejavam alcançar. Era considerado o representante celestial e modelo para seu povo, a consciência por meio da qual fluíam os padrões divinos, as virtudes, as bênçãos e a direção divina. O povo, por sua vez, reconhecia o valor e a sabedoria do governante e prestava-lhe reverência, levando em conta suas orientações. A hierarquia continuava a partir do governante, de forma que as posições de autoridade em todas as áreas eram ocupadas por pessoas que também eram reconhecidas como as mais sábias e dotadas de maior grau de mestria pessoal nas suas áreas de atuação. 

 

As leis vigentes nas eras de ouro eram inspiradas na lei cósmica, eram simples e, muitas vezes, nem eram necessárias, porque a humanidade tinha o registro interno da lei cósmica dentro de si mesma e agia segundo essa lei. Não havia necessidade de uma coerção externa para que as pessoas agissem da forma certa, porque as pessoas eram movidas por essas leis internas. A observância da lei divina tornava a vida social harmônica, movida pela justiça e pelo respeito ao bem comum. 

 

A educação visava preparar a criança e o jovem para manifestar o máximo possível do seu potencial divino. A família e a sociedade providenciavam para que cada indivíduo tivesse as melhores condições para evoluir espiritualmente. Desde criança, uma pessoa aprendia a conectar-se com o núcleo do seu ser, de onde fluía a direção para as questões da sua vida. 

 

As formas de comunicação eram diferentes das que temos hoje. A telepatia e o contato inerior eram usados com frequência. As pessoas aprendiam a estabelecer conexão umas com as outras a partir do seu interior. A palavra era usada com nobreza. 

 

As pessoas aprendiam a dominar sua mente e suas emoções, assim como hoje aprendemos a dominar as coisas corriqueiras da vida. Por causa disso, levitar e transportar seus corpos sem o uso de veículos externos era uma coisa simples de fazer. Conheciam os princípios da alquimia e a usavam para materializar as coisas de que necessitavam. Nem todos conseguiam esse domínio no mesmo nível, mas havia um esforço para que isso fosse aprendido por todos. 

 

Como era o alimento? As pessoas mais adiantadas espiritualmente não precisavam plantar para colher, criar animais para consumo, ou industrializar insumos para o preparo de alimento, porque conseguiam precipitá-lo diretamente da substância universal. Parte da população não conseguia isso, mas nesses casos, desenvolviam uma agricultura mais ética em relação à que conhecemos hoje.  Desperdícios e consumo como o que temos hoje não existiam. A economia era baseada na lei divina e por isso havia prosperidade e justiça. 

 

A estrutura social era organizada de tal forma que as pessoas ocupassem seus lugares na sociedade de acordo com suas aptidões e os aprendizados necessários para sua evolução. Cada pessoa exercia o trabalho que estivesse em sintonia com sua necessidade evolutiva e suas aptidões. O trabalho era visto como a ação que levava ao aperfeiçoamento do indivíduo na área em que precisava se aperfeiçoar e, ao mesmo tempo, como um serviço prestado à comunidade, algo dignificante, sem as características de um trabalho forçado, exaustivo ou obrigatório. As diferenças sociais eram vistas por esse ângulo; cada um sabia o lugar que lhe pertencia, não por imposição social, mas por necessidade da sua evolução.

 

As pessoas tinham conexão direta com o seu Ser Divino e, portanto, em muitos casos, não precisavam de uma religião. Associavam-se com naturalidade com os seres elementais, angélicos e com os seres superiores. Nas eras de ouro em que as manifestações religiosas eram relevantes e partes integrantes da vida de um povo, o que se via eram expressões religiosas elevadas e belas, muito superiores ao que temos hoje. 

 

As expressões arquitetônicas e urbanísticas eram inspiradas em ideais de perfeição celestial. Eram belas e significativas. As cidades eram brilhantes, o ambiente era leve, sem os barulhos e a turbulência que temos hoje, embora diferentes em cada época.  

 

De modo geral as pessoas se transportavam por meio de veículos leves, terrestres, aquáticos e aeronaves, movidos por energias que hoje desconhecemos. Mas as pessoas mais evoluídas transportavam seus corpos pelo seu próprio poder interno. Em várias eras de ouro as forças naturais, como a gravidade, por exemplo, eram usadas para facilitar o transporte de pessoas e de materiais e para erguer as construções em geral.  

 

O bem comum era levado em conta em todas as questões. Os relacionamentos familiares e sociais eram baseados no amor incondicional. As pessoas buscavam desenvolver as virtudes como algo necessário. A prosperidade era baseada em leis espirituais e em muitas eras, o ouro era o padrão para as trocas. Em várias civilizações que viveram eras de ouro, a ciência e a tecnologia eram avançadas e baseadas em princípios diferentes dos que hoje prevalecem. 

 

Os corpos das pessoas eram belos e de aspecto jovial. As pessoas tinham uma vida longa; em muitos casos, viviam por mais de mil anos. A doença, a velhice e a morte não existiam da forma como existem  hoje. 

 

Existe uma infinidade de detalhes a respeito da vida dos povos que construíram eras de ouro. E esses detalhes são variáveis de acordo com a raça-raiz, com o espaço geográfico, com o momento observado pelos estudiosos. As eras de ouro que aconteceram na Terra não tiveram, do início ao fim, todas essas características que mencionei. Mas, quando um povo conseguia expressar em grande escala a perfeição para seu estágio evolutivo, quando os princípios que manifestavam eram elevados, então podemos dizer que ele vivia uma era de ouro. 

 

Houve eras de ouro na Terra? 

 

Uma era de ouro é uma época em que os ideais mais elevados de um povo são manifestados. Mas esse tempo de glória não nasce repentinamente. Ele desenvolve-se gradualmente até alcançar o seu apogeu. Uma civilização ou um povo poderiam continuar em desenvolvimento ascendente, aperfeiçoando-se gradativamente. É o que acontece em alguns mundos, nos quais a vida segue alcançando graus elevados e sucessivos de expressão. No entanto, na história da humanidade, temos visto que após o período de apogeu de uma época ou de um povo, vem o período de declínio. Isso tem sido tão recorrente na Terra, que é visto como algo natural e esperado. Mas essa alternância de glória e declínio não é uma necessidade. A transformação de um povo ou de uma raça pode ser constante, mesmo passando por momentos alternados de quietude e movimento. 

 

Num mundo ideal, quando a expressão de uma civilização alcança seu apogeu, há uma mudança nas suas metas e as pessoas passam a viver de uma outra forma, buscando fazer aprendizados diferentes dos anteriores. Isso possibilita a um povo conhecer as várias faces de sua identidade e de sua realização. Após alcançar um aspecto desejado, ele muda sua perspectiva e passa a buscar outros aspectos que lhe faltam. Um período yang é seguido de um período yin e ambos são necessários e bem-vindos para o processo evolutivo. E no processo de transformação do período yang em yin e vice-versa, várias fases são manifestadas. No mundo ideal, nenhuma dessas fases são vistas como ruins, inferiores ou indesejáveis; elas representam aprendizados diferentes e necessários para a evolução. Mas vale lembrar que, em períodos muito longos da história da Terra, que abarcam milhões de anos, vemos a dissolução de raças, mundos e cadeias inteiras de mundos, visando fazer nascer expressões mais avançadas de vida. 

 

A seguir, vamos ver alguns exemplos de eras de ouro na Terra, lembrando que foram momentos efêmeros de perfeição, embora tenham deixado o registro de que isso é possível acontecer. 

 

A Lemúria viveu muitas eras de ouro. Temos que lembrar que o continente lemuriano e sua civilização existiram durante milhões e milhões de anos e que durante esse longo tempo, houve largos momentos de trevas. Seus corpos e sua forma de vida eram muito diferentes do que temos atualmente, o que torna às vezes difícil para nós imaginar como poderiam ter vivido eras de ouro. Mas em vários trechos da sua história, eles manifestaram ideais muito elevados de vida, durante os quais, por exemplo, eles dominaram o uso do som e da música para diversas finalidades e conheceram bem a cosmogonia e a geometria. Sacerdotes e sacerdotisas mantinham o equilíbrio das forças cósmicas em favor da vida planetária. Os templos eram grandiosos e ocupavam lugar de relevância nas cidades. A vida social girava em torno do conhecimento espiritual, que era a origem dos demais conhecimentos. Os avanços tecnológicos das eras de ouro da Lemúria suplantaram muito os que conhecemos hoje e a base a partir da qual eles se desenvolveram era a compreensão da materialidade como algo sagrado e divino. 

 

A Atlântida conheceu várias eras de ouro; algumas delas duraram milhares de anos. Uma delas aconteceu entre 34.500 a 32.550 a.C. Nessa época dez milhões de pessoas, mais de cinquenta por cento da população da Atlântida viviam em estado de plenitude crística, como mestres vivos. Milhões de atlantes ascensionaram nessa época. Os atlantes tinham cidades esplêndidas, também desenvolveram a tecnologia e a ciência em níveis mais avançados do que os que temos hoje. Seus corpos duravam uma média de mil anos. É na Atlântida que vamos encontrar as mais longas e exuberantes eras de ouro da Terra. 

 

No espaço que hoje é ocupado pelo deserto de Saara também houve uma era de ouro há mais de cinquenta mil anos. Nesse tempo, aquele a quem hoje conhecemos como Mestre Saint Germain era o governante. A maioria das pessoas possuía capacidades que hoje consideraríamos sobre-humanas. 

 

Houve uma era de ouro no espaço geográfico onde hoje fica a Groenlândia, que atingiu o seu auge antes de uma das eras do gelo. Encontramos também na Caldéia, em torno de vinte mil anos atrás, um período de tempo em que uma era de ouro aconteceu.  O mesmo aconteceu na Ásia Central, em torno de quarenta e cinco mil anos atrás e em algumas fases da história do Egito antigo. 

 

Os incas também viveram várias eras de ouro. Eles eram descendentes de algumas colônias da Atlântida. Como Incal era o Deus Supremo dos atlantes e era simbolizado pelo sol, o sol tornou-se o símbolo dos incas. O próprio nome desse povo remete ao nome do Deus Supremo dos atlantes. O que sabemos dos incas por meio da pesquisa arqueológica é o que existiu no período de seu declínio. 

 

Enquanto a Atlântida vivia uma de suas eras de ouro, uma das suas colônias que ficava na região que hoje conhecemos como Amazônia, também viveu uma era de ouro. O governante nessa época era Casimir Poseidon e o apogeu dessa era se deu há 12 mil anos. A era de ouro na Amazônia durou em torno de dois mil anos. 

 

Durou pouco tempo: de 439 a.C a 338 a.C, em torno de 100 anos, mas a Grécia conheceu um pequeno período áureo, que ficou na história com o nome de Idade de Ouro de Atenas e foi o apogeu da Grécia Antiga. Esse tempo não pode ser considerado uma era de ouro como as demais que estou descrevendo, mas foi o melhor que a humanidade conseguiu realizar após o declínio da Atlântida. Péricles foi o grande personagem desse tempo, e conseguiu elevar a Grécia a patamares que não se repetiram depois ao longo da história. Foi um tempo marcado pelo florescimento das artes, da filosofia, da organização social e do desenvolvimento urbano. 

 

Uma nova era de ouro pode acontecer na Terra no futuro?

 

A perfeição tem níveis. É uma espiral de realizações perfeitas, em sucessivos níveis. Mas na Terra a vida ainda não conseguiu realizar-se dessa forma ideal. Mesmo as eras de ouro que tivemos não conseguiram se manter e progredir por muito tempo; foram eras de ouro temporárias, passageiras.

 

Mas o universo é vasto e, na sua imensidão, a vida em alguns globos e sistemas de mundos está evoluindo em níveis mais adiantados que na Terra. O que para nós é uma utopia, em outros mundos é o padrão vigente. Para compreendermos isso, o ideal é darmos uma olhada em autores como Blavatsky, Annie Besant e Leadbeater, que explicam a evolução da vida e dos mundos que abrigam a vida, numa escala infinitamente grande, abrangendo tempos enormes. 

 

A humanidade sonha com dias melhores. E acredita que, um dia, um tempo de justiça, beleza e paz existirá na Terra. No Apocalipse 21, São João fala da “Nova Jerusalém”, que também é conhecida como “Cidade Quadrangular” e “Cidade Santa”. A Nova Jerusalém é o arquétipo de uma cidade da era de ouro do futuro. Ele diz: “E vi um novo céu, e uma nova terra”; “...vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu”; “e tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente”; “e a cidade estava situada em um quadrado”; “e a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro”; “e os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de pedras preciosas”. 

 

Algumas profecias mencionam que quando a humanidade sair do atual momento cármico, conseguirá ajustar seu desenvolvimento de acordo com o plano divino. E assim, vai manifestar uma nova era de ouro, que poderá ser duradoura, culminando na ascensão espiritual de grande parte da  humanidade. E após a ascensão da humanidade, a evolução continuará, em níveis ainda mais elevados. Os indivíduos que não alcançarem as condições mínimas para permanecer e acompanhar a vida nesse mundo ideal do futuro, serão como alunos que não alcançaram as condições de seguir com sua turma. Nesse caso, vão continuar sua evolução em mundos compatíveis com seu nível de consciência. 

 

Há mudanças de grandes proporções previstas para acontecer na Terra. O mapa mundi não ficará sempre da forma como o conhecemos. E está prevista a vinda da sétima raça-raiz, numa época ainda incerta, no espaço geográfico onde hoje fica a América do Sul. O manu da sétima raça-raiz já está trabalhando na preparação dos seres que virão para a Terra nesse futuro não muito distante. 

 

A cada dois mil anos, a Terra fica sob a influência de um signo e, no momento, a Terra está sob a influência de Aquário. Então, na era de Aquário, poderá se manifestar uma era de ouro. E é possível que essa era de ouro seja duradoura. 

 

Nos próximos tempos, milhões de "almas" vão nascer na América do Sul, e a grande maioria vem para equilibrar o seu carma. E entre elas, estão os que vão gerar os seres da sétima raça-raiz. E quando os seres da sétima raça-raiz chegarem, eles influenciarão a civilização já estabelecida e, com sua pureza e alto desenvolvimento espiritual, trarão à humanidade grandes oportunidades. 

 

Fala-se que o Buda Maitreya poderá vir à Terra após o estabelecimento de uma era de ouro duradoura. E que outros budas, que hoje estão no nirvana sem terem ascensionado, aguardam a sua próxima reencarnação. Isso acontecerá após a consolidação da era de ouro na Terra. 

 

Esses tempos futuros, muito esperados, são uma grande esperança para a humanidade. Mas não é certo que eles acontecerão. Temos nas nossas mãos os instrumentos para construir a próxima era de ouro e de torná-la duradoura e até mesmo definitiva. No entanto, muitos retrocessos já aconteceram na história da Terra, e não temos uma previsão totalmente segura de que a era de ouro pela qual estamos esperando se tornará  realidade. 

 

Precisamos rever os atuais padrões de vida na Terra, que hoje estão num nível bastante inferior. As referências que a humanidade tem faz com que os mesmos erros se repitam ao longo do tempo. Precisamos mudar esses parâmetros, buscar novas referências, seguir novos modelos, elevar nossos padrões e nossa consciência. Isso começa comigo e com você. Precisamos mudar os nossos padrões pessoais. Como podemos nos tornar pessoas com padrões elevados, que correspondem aos que são manifestados em uma era de ouro? 

 

O que muda na sua vida quando você pensa a respeito desse assunto? Quais são suas principais conclusões? 

 

Fátima Soraggi

 
*Venha conhecer o desenvolvimento desse assunto no Curso Ensinamentos da Grande Fraternidade Branca. 
 
 
 
 
 
 
 
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